De uma oportunidade a uma rede de recarga em expansão: conheça a trajetória da GOW e como a tecnologia VoltBras acompanha o crescimento da operação.
Uma oportunidade que se transformou em uma rede de recarga
A história da rede de recarga GOW começou de uma forma bastante prática. A empresa já contava com infraestrutura energética e conhecimento técnico quando surgiu uma provocação: por que não aproveitar essa estrutura para instalar um carregador de veículos elétricos?
O mercado ainda era novo para a empresa, mas havia uma oportunidade a ser explorada. A GOW decidiu começar.
Os primeiros passos, porém, mostraram que desenvolver uma rede de recarga envolve muito mais do que instalar equipamentos. Dos desafios relacionados à infraestrutura elétrica à escolha dos pontos e ao comportamento dos usuários, a operação foi sendo construída a partir da experiência real do mercado.
E foi justamente essa capacidade de aprender com a operação que abriu uma nova oportunidade para a empresa.
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As frotas encontraram a GOW
A atuação com frotas não surgiu necessariamente como o plano inicial da empresa. Conforme os carregadores começaram a operar, veículos de empresas passaram a utilizar a infraestrutura da GOW. A demanda cresceu e mostrou que havia uma oportunidade relevante no atendimento B2B.
Hoje, a empresa combina diferentes modelos dentro da mesma operação, atendendo desde motoristas que utilizam sua infraestrutura pública até operações de frotas elétricas.
Essa diversificação também trouxe uma mudança importante de perspectiva. A GOW já não estava simplesmente administrando pontos de recarga. Estava construindo uma rede capaz de atender diferentes necessidades de mobilidade.
Como escolher a tecnologia para uma rede de recarga em crescimento?
Foi ainda no início dessa trajetória que surgiu a necessidade de escolher a tecnologia que estaria por trás da operação. Para a GOW, a decisão envolvia mais do que colocar os carregadores online. A empresa queria desenvolver sua própria marca e construir uma estrutura capaz de acompanhar o crescimento do negócio.
Afinal, uma coisa é gerenciar os primeiros carregadores. Outra é administrar dezenas ou centenas de equipamentos, com diferentes perfis de usuários, transações e demandas operacionais.
É nesse cenário que a robustez do backend se torna decisiva. A tecnologia precisa oferecer estabilidade, capacidade de gestão e condições para acompanhar a expansão da rede, sem que o crescimento se transforme em um obstáculo.
A VoltBras passou, então, a ser a parceira tecnológica da GOW. Com uma plataforma White Label, a empresa pode operar sua rede de recarga com identidade própria, centralizando a gestão da infraestrutura e a experiência digital dos usuários.
Para o time da GOW, a relação entre as empresas também passa pela evolução conjunta da operação: “A gente está acreditando no propósito, e vocês estão acreditando no propósito. Quem recebe isso é o usuário final.”
Esse princípio ganhou ainda mais importância à medida que a rede cresceu e suas necessidades operacionais se tornaram mais complexas.
Rede de recarga GOW: mais de 40 mil kWh movimentados em 30 dias
Em menos de um ano, a operação ganhou uma nova dimensão. A rede conta com aproximadamente 84 carregadores, distribuídos entre Guarujá, Bertioga, Mogi Guaçu e Mogi Mirim, no estado de São Paulo.
A expansão também ganhou força no atendimento corporativo. Recentemente, a GOW inaugurou um novo hub com mais de 40 carregadores dedicados a frotas elétricas, ampliando sua capacidade de atender operações com demanda recorrente de recarga.
Além disso, a empresa informou ter mais de 50 carregadores em fase de entrada em operação e novos projetos previstos para Limeira e Santos.
Esse crescimento evidencia uma transformação importante: a infraestrutura que começou com os primeiros carregadores passou a atender diferentes perfis de usuários e necessidades de negócio.
Crescer uma rede de recarga também significa entender a demanda
Um dos aprendizados mais interessantes da trajetória da GOW foi perceber que nem todo ponto de recarga se comporta da mesma maneira.
Localização, perfil dos usuários, sazonalidade e presença de frotas podem alterar significativamente a utilização de uma estação. A empresa encontrou unidades que levaram mais tempo para ganhar tração e outras que rapidamente se tornaram relevantes dentro da rede.
Essa experiência ajudou a GOW a superar uma visão baseada apenas na instalação de equipamentos e passar a olhar para cada ponto como parte de um negócio que precisa ser desenvolvido.
Marketing, relacionamento com os usuários, precificação, atendimento e conhecimento da demanda passaram a fazer parte dessa equação.
Afinal, expandir uma rede de recarga não significa apenas aumentar a quantidade de carregadores instalados. Significa entender onde existe demanda, como melhorar a utilização da infraestrutura e quais oportunidades podem sustentar o crescimento da operação.
Para a GOW, experiência também significa estar próximo
Outro aspecto que chama atenção na história da empresa é a importância dada ao atendimento. Para a GOW, uma recarga que não acontece pode significar perder aquele usuário.
Por isso, a empresa desenvolveu uma cultura de proximidade com os motoristas, buscando entender dificuldades e resolver situações rapidamente.
Essa experiência também gera aprendizado: muitas vezes, depois de receber orientação em uma primeira utilização, o motorista passa a utilizar a infraestrutura com autonomia.
É uma visão que conversa diretamente com algo em que acreditamos na VoltBras: a experiência de recarga não depende de um único elemento. Carregador, software, conectividade, meios de pagamento, atendimento e operação precisam funcionar como partes de um mesmo ecossistema.
Tecnologia para acompanhar cada fase da rede de recarga
Conforme a GOW cresceu, suas necessidades também mudaram. A operação passou a ter mais usuários, mais recargas, diferentes perfis de clientes e novos projetos de expansão.
Ao longo desse processo, a parceria com a VoltBras também evoluiu. Além das melhorias contínuas na plataforma e no aplicativo, o acompanhamento do time de Customer Success permitiu identificar necessidades específicas da operação e realizar adequações conforme o negócio avançava.
Um exemplo foi a frequência de recebimentos. Em um momento de maior investimento na expansão, o fluxo financeiro ganhou ainda mais importância para a GOW, e a dinâmica foi adaptada para acompanhar essa nova realidade operacional.
Como Mirella Inácio, CEO da GOW, destacou durante a nossa conversa: “Desde o princípio, sempre tiraram todas as nossas dúvidas e ajudaram no geral.”
Para uma empresa em crescimento, essa flexibilidade importa porque a operação que existe hoje não necessariamente terá as mesmas necessidades daqui a seis meses.
Por isso, a escolha de uma plataforma de gestão precisa considerar não apenas a estrutura atual da rede, mas também seus planos de expansão, novos modelos de negócio e necessidades futuras.
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O próximo capítulo da rede de recarga GOW
A trajetória da GOW ainda é recente, mas já oferece aprendizados importantes para empresas que desejam investir ou expandir sua atuação na mobilidade elétrica.
A experiência mostra que oportunidades podem surgir de demandas que não estavam previstas no planejamento inicial. Também evidencia a importância de conhecer o comportamento dos usuários, identificar novos mercados e desenvolver uma operação preparada para crescer.
O que começou com uma pergunta simples “Por que não instalar um carregador?” se transformou em uma operação com milhares de usuários cadastrados, diferentes modelos de utilização e novos projetos de expansão.
Hoje, a pergunta é outra: como preparar a rede para continuar crescendo de forma sustentável?
É justamente nessa etapa que tecnologia, gestão e estratégia precisam caminhar juntas.
Na VoltBras, desenvolvemos tecnologia para que nossos clientes possam construir suas próprias marcas, administrar diferentes modelos de operação e expandir suas redes de recarga com maior controle sobre o negócio.
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Importante: a VoltBras não possui pontos de recarga próprios e não vende carregadores nem energia. Nosso papel é exclusivamente tecnológico. Não somos sua concorrente.